Trata-se de uma infecção viral causada pelo HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana - sendo HIV a sigla em inglês) que destrói gradativamente o sistema imunológico.
A infecção pelo vírus HIV não significa contrair a AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), sendo que o período transitório entre a infecção e a doença pode durar muitos anos sem haver sintomas. A pessoa infectada sente-se bem e tem bom aspecto.
Nesta situação, com infecção mas sem doença, diz-se que a pessoa é "soropositiva", já que pode contagiar outras pessoas.
A infecção por HIV assintomática é caracterizada por um período no qual ocorre uma deterioração lenta do sistema imunológico. Há uma depleção dos linfáticos auxiliares CD4, criando uma deterioração do sistema imunológico.
A pessoa infectada normalmente não tem sintomas, podendo passar um período de 10 anos ou mais antes que estes se desenvolvam.
Às vezes, podem aparecer nódulos linfáticos inflamados, desordens na pele ou meningite séptica. Nesta fase não há sintomas nem sinais de infecção.
Num estudo entre pessoas infectadas por HIV realizado entre 1977 e 1980, alguns indivíduos não apresentavam nenhum sintoma enquanto que outros apenas apresentavam linfo-adenopatias generalizadas (nódulos inflamados).
Não se pode afirmar que todas as pessoas infectadas com o HIV desenvolvem inevitavelmente a AIDS.
Os fatores de risco de uma infecção por HIV são o contato sexual com uma pessoa infectada, uso de drogas por via intravenosa, transfusões de sangue ou plasma contaminados, ou nascer de uma mãe infectada
Sintomas:
Não há sintomas nesta fase da doença. Mas quando estes começam a aparecer, incluem:
- Inflamação das glândulas linfáticas.
- Desordens na pele.
- Meningite séptica.
Diagnóstico:
O exame que mostra a infecção por HIV se chama ELISA, um exame de anticorpos HIV. O exame para o HIV pode passar por um período "cego" ou negativo falso.Este período transcorre desde a infecção do indivíduo com o HIV até a soroconversão positiva.
Este período deve ser menor de 6 meses, pois antes disso os exames comerciais apresentam resultados positivos em 95% das pessoas infectadas pelo vírus HIV.
Este período é muito importante dado que o indivíduo, sendo soronegativo, pode contagiar outras pessoas.
Tratamento:
Recomenda-se terapia com agentes antivirais em pessoas infectadas pelo HIV, tanto sintomáticas como assintomáticas, cuja conta de CD4 seja de 500 ou menos.
Sabe-se que as pessoas infectadas pelo HIV desenvolvem a AIDS num tempo variável, sendo a média de 8 a 10 anos, embora as crianças a desenvolvam muito antes. Todavia, existem pessoas que, depois de 15 anos de infecção, não manifestam sinais da doença.
Uma vez que a AIDS tenha se desenvolvido, a morte segue inevitavelmente em 2 a 3 anos.
Manifestações:
Geralmente se trata de pessoas que passaram dos 40 anos de idade e cuja história etílica existe há muitos anos. Os alcoólatras caracteristicamente apresentam o rosto avermelhado, a conjuntiva dos olhos amarelada e têm um odor especial no hálito.
As palavras são inseguras, precipitadas e às vezes balbuciantes. Também pode se observar, imediatamente à ingestão do álcool, um tremor ao redor da boca e um aumento na transpiração. As manifestações psíquicas começam com a modificação do caráter: aumento da emotividade, irritabilidade, impulsividade, ciúmes, instabilidade de humor com freqüentes crises depressivas. Conjuntamente aparecem alterações intelectuais com uma diminuição do rendimento de trabalho, dificuldade de concentração e de atenção, certa confusão nos processos intelectuais, redução da eficiência profissional, absentismo e regressão no comportamento e nas relações sociais.
Logo após consumir álcool, em quantidade excessiva ou não, aparecem brechas na memória, em que o sujeito comprova no dia seguinte que não se lembra o que fazia enquanto bebia. Na ordem afetiva os resultados são bastante claros: tendências egoístas; diminuição no sentido ético e de responsabilidades; demonstra uma total despreocupação e indiferença à sua família protestando pela sua falta de autoridade em casa e pelo desprezo do qual é objeto, principalmente por parte dos filhos. Manifestam seu arrependimento e prometem deixar a bebida mediante juramentos. Despertam bruscamente no meio da noite, cobertos por um abundante suor, sobretudo durante episódios de pesadelos ou sonhos inquietantes. A respeito do sistema digestivo, apresentam freqüentes gastrites, dores abdominais, sede abundante, perda do apetite e náuseas acompanhadas de diarréias fétidas freqüentes.
O fígado aumenta de tamanho causando uma sensação de peso na região direita do abdômen e vômitos que finalmente pode levar à cirrose hepática e à acumulação de líquido no abdômen. Os transtornos do sistema nervoso se caracterizam por um pequeno e rápido tremor nas mãos e na língua, câimbras musculares sobretudo na barriga da perna, sacudidas noturnas, formigamento nas extremidades e atrofia nos músculos. O alcoolismo na mulher ocupa um lugar à parte porque mesmo tendo características comuns ao alcoolismo no homem, estes se distinguem por fatores sócioculturais que determinam o status da mulher na nossa sociedade. Os grupos sociais são menos indulgentes com as mulheres.
Neste se caso, trata-se de um alcoolismo mais secreto, solitário e controlado pelo sentimento de pudor que desencadeia a culpabilidade. O alcoolismo degrada mais rapidamente e mais profundamente a mulher, em seu status e em seu papel feminino e maternal, do que degrada ao homem em seu papel masculino e paternal. A rejeição e a intolerância social é mais viva e mais precoce para a mulher do que para o homem. Nos filhos de mães alcoólatras podem ser observadas doenças como a "síndrome alcoólica fetal", caracterizada pelo retardamento no crescimento e no desenvolvimento, retardamento mental e diversas alterações congênitas.
Tratamento:
O primeiro objetivo é conseguir, por parte da pessoa alcoólatra, a compreensão de sua doença e a necessidade de seguir um tratamento adequado. A partir daí, as seguintes etapas serão a desintoxicação alcoólica, a desabituação e o acompanhamento médico posterior.
Em poucas ocasiões estas pessoas fazem consultas diretamente pelo seu problema de adição, já que eles não estão conscientes dele ou têm uma atitude negativa como mecanismo de defesa. Na maioria dos casos, o motivo das consultas são queixas por parte da família ou a presença de complicações do tipo orgânica ou do tipo psicossocial. Para a desintoxicação, em primeiro lugar deve se suspender à ingestão do álcool e corrigir o déficit nutricional causado pelo consumo excessivo do álcool. Diante da possibilidade, ainda que seja mínima, de que apareça a síndrome de abstinência (ansiedade, tremor, insônia, taquicardia, transpiração, náuseas, vômitos e diarréia) são indicados sedativos como o tetrabamato. Além disso, é conveniente indicar vitaminas B1, B6 e B12 durante o tratamento. Em todos os casos, a síndrome de abstinência deve ser acompanhada de tratamento psicológico.
Quanto aos diversos grupos de apoio aos alcoólatras, nenhum outro grupo de tratamento tem tido resultados tão benéficos para os alcoólatras como aquele proporcionado por eles mesmos, através dos Alcoólatras Anônimos.
Estes grupos põem as pessoas doentes em contacto com companheiros abstêmios, sempre acessíveis, dentro de um ambiente onde possam estabelecer relações sociais fora do bar.
Além disso, escutam outras pessoas confessar ao grupo as mesmas justificativas que ele mesmo já havia feito, em particular, sobre sua propensão à bebida. Esta ajuda pode lhe devolver a auto-estima e a autoconfiança que antes somente encontrava no álcool. Outro medicamento utilizado é o disulfiram, que interfere no metabolismo do álcool, acumulando produtos intermediários causando sintomas de intoxicação e intensos mal-estares, como rubor facial, conjuntivas dos olhos avermelhadas, cefaléia pulsátil, taquicardia e transpiração. De 30 a 60 minutos após a ingestão, aparecem náuseas e vômitos, pode haver diminuição na pressão arterial, vertigem e às vezes perda do conhecimento. Os mal-estares são tão intensos que poucos pacientes se arriscam a ingerir álcool enquanto estão tomando disulfiram. O disulfiram está contra-indicado durante a gravidez e aos pacientes com descompensação cardíaca.
Causas:
A asma é uma enfermidade de predisposição genética, isto é, vai se transmitindo de geração em geração, entre pessoas que tenham um histórico alérgico que se herda. Se esta patologia for de origem hereditária, certos processos acelerarão o acesso das crises no asmático. Estes são: 1) Alergênios (pólen, ácaros, poeira, fungos, pelos de gato, cachorro, etc.).
2) Asma Profissional (é a que está relacionada a diversas profissões: mineiros, trabalhadores braçais, empregados de fábricas - em geral, as pessoas que estão em contato permanente com substâncias alergênicas em razão de suas atividades profissionais).
1.Exercício físico (por hiperventilação e esforço)
2.Infecções (bacterianas como pneumonia, anginas, etc.)
3.Emoções e Personalidade (estresse)
4.Fármacos (aspirina, bloqueadores Beta, etc.)
5.Refluxo Gastresofagiano (acidez).
O alergênio ou agente causador ingressa por via respiratória até chegar aos brÿnquios onde induz uma resposta inflamatória. Esta resposta inflamatória consiste na liberação, pelo organismo, de substâncias químicas (histamina, leucotrienos, etc.) que irão deflagrar uma reação em cadeia tal como a constrição bronquial (fechamento dos brÿnquios), a qual sucessão será responsável pelos sintomas de dificuldade respiratória que logo terá o asmático.
Quadro clínico:
O quadro clínico se caracteriza por sintomas de dificuldade respiratória, sibilância (ruídos agudos produzidos pelo fechamento dos brÿnquios) e tosse. De acordo com a sua apresentação, a asma pode ser dividida em:
1) Intermitente
2) Leve
3) Moderada
4) Severa
Esta classificação está relacionada com o grau e a freqüência das crises asmáticas.
Tratamento:
O tratamento atua na supressão da resposta inflamatória que é uma das causas da sintomatologia, e na dilatação bronquial (abertura dos brÿnquios). A asma leve, com broncodilatadores em doses baixas, pode ser controlada. Na asma moderada o ideal é começar o tratamento com corticóides por via inalatória (que bloqueiam o processo inflamatório) e, ocorrendo sintomas, agregando-se broncodilatadores. Quanto à asma grave, há de se instaurar um tratamento combinando medicamentos que incluam broncodilatadores, corticóides por via inalatória e por via oral.
Nos últimos anos, observa-se que há um número crescente de pessoas entre nós que apresentam transtornos no comportamento alimentar. Este aumento de incidência está relacionado à importância que se atribui à imagem corporal nos países desenvolvidos e às mudanças observadas nos padrões alimentares da população em geral.
A característica fundamental da anorexia nervosa é a perda proposital de peso induzida pela própria vítima, acompanhada de um desejo intenso de estar magro e, em mulheres, transtornos do ciclo menstrual. Alguns dos pacientes com anorexia nervosa apresentam, além desta conduta de restringir a ingestão alimentar, episódios de bulimia caracterizados por um desejo irresistível de comer grandes quantidades de alimentos em períodos curtos de tempo.
A maior incidência ocorre aos 14 e aos 18 anos, e a doença se desenvolve entre os 13 e os 20 anos de idade em 85% dos pacientes. Além disso, é estimado que entre 10% e 19% das estudantes universitárias apresentam sintomas bulímicos e que, deste grupo, entre 1% e 3% teriam bulimia nervosa.
CAUSA
Fatores predisponentes: A anorexia parece ser o resultado de uma combinação de fatores predisponentes individuais e de um quadro social que favorece o desenvolvimento de comportamentos restritivos, de vigilância do peso e da figura corporal.
Fatores psicológicos: Muito freqüentemente, os adolescentes que desenvolvem a doença têm uma personalidade característica: são perfeccionistas, pessoas reservadas, e têm bons rendimentos em distintas atividades (estudos, esportes, etc.).
Fatores familiares: As famílias destes adolescentes são superprotetoras, rígidas e caracterizadas por uma falta de resolução de conflitos.
Fatores genéticos: Aproximadamente entre 6% e 10% das irmãs destas pacientes apresentam também um transtorno na conduta alimentar.
QUADRO CLÍNICO
O sintoma predominante é o medo extremo de engordar, acompanhado de idéias sobrevalorizadas com respeito ao tamanho e ao peso do corpo, e o firme desejo de ser magro. As vítimas apresentam uma alteração na percepção de seu próprio corpo e negam que sofram de doença alguma ou que tenham um peso anormal.
Elas querem diminuir do peso corporal, inicialmente, mediante a restrição da ingestão de alimentos, de forma drástica, ou com dietas muito rígidas. Posteriormente, a perda de peso se mantém com vômitos auto-provocados, o consumo de laxantes, de fármacos anorexígenos, diuréticos e exercícios excessivos. As vítimas apresentam também hábitos alimentares muito alterados, comem sozinhas e passam muito tempo com o prato de comida na sua frente, remexendo os alimentos. Manifestam um grande interesse pela alimentação das outras pessoas, cozinhando para outros membros da família ou planejando dietas. Alterações também são observadas no ciclo menstrual e, se o início da anorexia for anterior à puberdade, apresentam alterações no crescimento e a persistência de órgãos genitais infantis.
TRATAMENTO
O primeiro objetivo no tratamento é a recuperação de um estado normal nutricional. Isso se consegue inicialmente com ingestões freqüentes que evitem a sensação de estar farto (cinco ou seis refeições por dia). Aconselha-se ainda o apoio psicológico de um profissional com o propósito de modificar as idéias irracionais e distorcidas que a pessoa tem com respeito à comida e à sua figura corporal, e identificar as circunstâncias desencadeantes. Em geral este tratamento é realizado em conjunto com uma psicoterapia familiar dirigida à modificação dos hábitos que geraram e vêm sustentando esses transtornos.
É uma doença infecciosa produzida pela toxina do bacilo Clostridium botulinum que produz uma paralisia no nível do sistema nervoso.
Essa toxina é uma das mais poderosas toxinas bacterianas que age inibindo a libertação de mediadores químicos nas terminais nervosas.
Pode-se diferenciar três maneiras de apresentação: o botulismo alimentar, pela ingestão de alimentos contaminados com a toxina; o botulismo infantil, onde os microorganismos colonizam o intestino e o Botulismo das feridas, pela colonização duma ferida e a germinação posterior dos esporos do C. botulinum.
O Botulismo é uma doença de distribuição universal. Os primeiros casos aconteceram pela ingestão de salsichas contaminadas e outros derivados da carne. Felizmente e devido aos progressos nas técnicas de enlatado e conservação dos alimentos, tem-se observado uma diminuição importantíssima de sua incidência.
É importante levar em conta que os alimentos contaminados podem ter aspecto e gosto normais e, apenas em alguns casos, podem apresentar alterações nas suas características.
Quadro Clínico
No botulismo alimentar, as manifestações clínicas podem aparecer entre as 12 e 36 horas posteriores da ingestão de alimentos contaminados com a toxina já formada.
Geralmente, começa com uma paralisia dos músculos da cabeça que vai descendo simetricamente, visão borrada, dificuldade para falar e para deglutir os alimentos, que pode-se acompanhar de manifestações gerais como fraqueza muscular, enjôos e desmaios.
Também aparece: secura da boca e da língua que não se alivia com a ingestão de líquidos, constipação, retenção de líquidos e diminuição da pressão arterial. Caso comprometer os músculos respiratórios, pode acontecer a morte, pelo fato de mudar a mecânica respiratória.
O botulismo das feridas aparece como conseqüência da contaminação com terra das lesões traumáticas ou das feridas cirúrgicas e nos dependentes de droga endovenosos. Respeito do período de incubação, ele é mais prolongado (aproximadamente 10 dias) e as manifestações são semelhantes às do tipo alimentar, mas sem os sintomas digestivos.
O botulismo infantil se origina pela absorção da toxina liberada no intestino colonizado pelos esporos do clostridium.O prognóstico varia segundo a idade da pessoa afectada, posto que nos maiores de 60 anos, o índice de mortalidade é elevado e no botulismo infantil é baixo.
Tratamento
Quanto antes seja diagnosticado o quadro e mais rápido se iniciem as medidas terapêuticas adequadas, menos serão as conseqüências e mais rápido seu restabelecimento. O tratamento específico consiste no fornecimento de soro que contenha anticorpos contra a toxina del C. botulinum, que somente age sobre a toxina que circula pelo sangue e não sobre a ligada ao sistema nervoso.
Em alguns casos, pode-se realizar lavagens gástricas e clister para impedir a absorção das toxinas que têm ficado no aparato digestivo.
Para evitar a contaminação dos alimentos, devera-se realizar um controle apropriado do processo de enlatado e conservação deles. Os alimentos enlatados suspeitos devem ser rejeitados. As conservas caseiras somente poderão ser consumidas se forem fervidas previamente.
Manifestações Clínicas
A bronquite infecciosa aguda nos adultos tende a começar com catarro nas vias respiratórias superiores, com mal-estar geral, calafrios, discreto aumento da temperatura corporal (38 - 38,5 graus centígrados), dores nos músculos e na garganta.
Posteriormente, aparece uma tosse que tende a indicar o início de uma bronquite. Esta tosse é seca e não produtiva nas fases iniciais, mas em poucos dias se começa a eliminar uma expectoração viscosa em pequenas quantidades, que vai se tornando mais abundante, acompanhada de escarro no caso de existir uma infecção bacteriana agregada. Algumas pessoas manifestam uma dor ardosa no peito, que aumenta com a tosse.
Devido à obstrução das vias aéreas, uma dificuldade respiratória pode aparecer. Entre as complicações que podem surgir, a pneumonia é a mais severa.
TRATAMENTO
Nas pessoas que não apresentam outra enfermidade de base, o tratamento da bronquite aguda busca aliviar os sintomas. Medicamentos analgésicos e antipiréticos podem ser administrados, e antitussígenos para o alívio da tosse. É preciso abandonar o hábito do fumo, e é imprescindível a ingestão de grande quantidade de líquidos durante o período febril.
Os antibióticos são indicados quando a bronquite for bacteriana.
Os tumores benignos têm seis características principais:
- Somente crescem até um determinado tamanho.
- Normalmente, não crescem muito rápido.
- Não destroem células normais.
- Não se propagam ao tecido que os cerca.
- Normalmente não produzem efeitos secundários graves.
- De modo geral, crescem de uma maneira ordenada.
Os tumores malignos são conhecidos por sua capacidade de invadir e destruir tecidos e órgãos, tanto os que estão próximos quanto os que estão mais afastados do tumor original. A morte acontece quando a propagação do câncer danifica os tecidos e os órgãos vitais, de tal maneira que não podem mais funcionar.
As células do câncer atacam tecido são, e nunca param de se multiplicar. O câncer tem um comportamento distinto em cada pessoa, de acordo com o seu tipo. Pode surgirem qualquer idade, embora tende a afetar pessoas de idade avançada, em geral a partir dos 55 anos. O câncer também pode se apresentar em crianças e, de fato, é a segunda causa principal de morte em crianças entre as idades de 1 e 15 anos.
Causas:
O câncer pode ser causado por causas externas ao corpo, ou por causas internas.
Os fatores externos que podem causar o câncer incluem situações nas quais a pessoa está exposta a determinados produtos químicos como o benzeno e o asbesto/amianto. Os pintores, os fabricantes de pneus, os destiladores e os fabricantes de sapatos estão freqüentemente expostos ao benzeno. Os trabalhadores de minas, de isolamentos e de estaleiros, por outro lado, estão freqüentemente expostos ao asbesto.
Outros fatores ambientais que causam câncer incluem:
- Exposição a agentes contaminantes ambientais, tais como os gases emitidos por automóveis.
- Exposição às radiações solares
- Exposição a níveis altos de raios X.
- Exposição a radiações eletromagnéticas.
- Dieta com grande quantidade de gordura e pouca fibra.
- Tabagismo.
- Abuso das bebidas alcoólicas ou de determinadas drogas.
Os fatores internos que podem causar o câncer incluem a obesidade, as infecções causadas por vírus, como a hepatite B clinica, e um histórico familiar no qual o câncer figura.
As possibilidades de sobrevivência ao câncer dependem do lugar em que o câncer se encontra no corpo e dos tipos de tratamento utilizados. Há cinco formas principais de tratar o câncer:
- Cirurgia.
- Radioterapia.
- Quimioterapia.
- Terapia hormonal.
- Terapia biológica.
Para o tratamento do câncer, o médico pode utilizar apenas um método ou uma combinação de vários.
Quadro Clínico
Embora que, em muitos casos, a infecção possa se desenvolver sem manifestações clínicas, em algumas pessoas tende a produzir dificuldade para urinar, aumento na sua freqüência, sensação de urgência miccional e dor na região do púbis durante as mesmas.
Menos freqüentemente, em alguns casos se manifestam incontinência e desejo contínuo de urinar. A febre e outras manifestações gerais são raras. Às vezes, a urina pode adotar um aspecto túrbido ou um mau cheiro.
Durante a gravidez, estas manifestações urinárias podem aparecer com maior freqüência, e se deve prestar atenção especial às possíveis complicações que possam surgir.
Tratamento
O tratamento de um episódio isolado de cistite sem fatores de risco nem complicações pode ser feito sem a necessidade de identificação do micróbio.
Para a erradicação dos microorganismos pode se utilizar uma quinolona, como a ciprofloxacina ou uma cefalosporina de segunda ou terceira geração, por via oral, durante aproximadamente 5 dias. Quando houver melhoria do quadro, pode se observar uma diminuição dos sintomas em aproximadamente três dias após o início do tratamento.
Caso a pessoa tenha cumprido estritamente com o tratamento e os sintomas não tiverem reduzido, será necessário identificar o microorganismo para permitir um tratamento específico.
O colesterol é uma substância que participa na fabricação de hormônios e proteínas. Um resultado de exame de laboratório com um índice elevado não é algo prejudicial em si, mas por suas conseqüências, sendo que o aumento no número de proteínas que transportam gorduras (lipoproteínas) constitui-se em um fator de risco para doenças vasculares.
Causas:
A maioria das pessoas crêem que apenas o fato de se ter uma dieta rica em gorduras representa predisposição para o aumento do seu colesterol . Em parte, isso é verdade, mas não se deve esquecer que há também um fator hereditário que o predispõe. Ter o colesterol elevado não é sempre associado com o fato de ter uma doença vascular, há outras causas que, somadas a esta, fazem com que o risco se potencialize, como o tabagismo, a hipertensão, a diabete, o sedentarismo e o álcool que em alta ingestão é tóxico para o coração. Outro item a considerar é a idade: o homem é mais propenso a sofrer risco vascular após os 55 anos. Na mulher isso acontece após os 45 anos. Também é importante destacar que os antecedentes familiares têm um papel muito importante no aparecimento das doenças vasculares.
Prevenção:
O aumento de colesterol no sangue (hipercolesterolemia), pode ser prevenido modificando a qualidade da vida, isto é, realizando exercícios físicos, diminuindo a ingestão de alimentos ricos em gorduras, como carnes vermelhas e derivados da panificação. É necessário se lembrar que o organismo não depende do fornecimento externo de colesterol uma vez que todos nossos tecidos têm a capacidade de sintetizá-lo. Outro item a se observar é que se ao nível de colesterol elevado agregarem-se certos hábitos como o tabagismo, o consumo de álcool em demasia, a falta de atividade física, o estresse, as comidas ricas em sal e a diabete, que afeta toda a micro-vasculatura do organismo, a incidência da doença vascular aumentará consideravelmente. É importante notar que durante a idade adulta complicações vasculares são mais freqüentes nos homens do que nas mulheres, uma vez que as mulheres são beneficiadas pelos estrogênios que diminuem as VLDL e as LDL (Lipoproteínas de muito baixa densidade e lipoproteínas de baixa densidade) que são as mais nocivas, já que possuem a maior capacidade para obstruir os vasos sangüíneos. Mas após a menopausa, ao diminuir os estrogênios, o risco vascular aumenta notavelmente, tanto que a incidência se iguala entre os homens e as mulheres, e é até mais alta nas mulheres na terceira idade.
Isso pode ser prevenido? Sim, com a administração de estrogênios durante a menopausa, um processo conhecido como hormonoterapia de reposição.
Tratamento:
É desejável ter o colesterol no sangue abaixo de 200mg/dl.
O tratamento segue dois processos:
- Dieta livre de alimentos com gordura e colesterol
- E tratamento médico
A primeira coisa que se tem de saber é quanto colesterol a pessoa tem no sangue, pois o tratamento difere conforme o nível de colesterol. Se, ao efetuar as análises clínicas, o nível de colesterol no sangue for menor do que 200mg/dl, a condição poderá ser controlada através de dieta e análises do sangue a cada cinco anos. Caso, porém, o nível no sangue oscilar entre 200mg/dl e 239mg/dl, será necessário realizar uma revisão anual e seguir rigorosamente uma dieta prescrita pelo médico. Quando o nível de colesterol no sangue ultrapassar 240mg/dl serão necessários tratamento médico e dieta.