
Thielemans e começa a amadurecer sua carreira. Em 67, casa com Bôscoli- segundo muitos, realizando o maior equívoco de sua vida. Em 72 se separa do Bôscoli, levando junto o filho João Marcelo, que ficou proibido de ver o pai por quase dez anos.
Casa-se no ano seguinte com César Camargo Mariano, o maestro de sua banda e grande homem por trás de sua carreira dali por diante. No ano seguinte, a gravadora lhe oferece de presente o disco que ela quiser. Vai para os EUA e faz o disco da década:
Elis & Tom. Em 75 nasce Pedro Camargo Mariano. Em dezembro, depois de quase seis meses de ensaio, estréia Falso Brilhante, uma das mais ambiciosas montagens do showbizz nacional até então. Fica mais de ano em cartaz ininterruptamente em São Paulo. Em 76, mais de dez anos depois
da partida, Elis, com Maria Rita recém-nascida, resolve estrear seus novo espetáculo, Transversal do Tempo, na cidade natal. Em 78 estraçalha no Festival de Jazz de Montreux, na Suíça. Num dos palcos mais exigentes do mundo, faz um show histórico que vira um disco idem.
A Jam-Session com
Hermeto Paschoal entra pra história do Festival.
Em 80, Saudades do Brasil, disco e show, é mais um ambicioso projeto de imenso sucesso. No ano seguinte, separa de César num clima de baixaria tão grande que risca seu nome do fotolito do disco XXXXXXX. Em 81, Trem Azul, o último show. Arredia
com os amigos, permanentemente irritada, faz um show obcecado pela perfeição. Em dezenove de janeiro do ano seguinte, mito no auge da carreira, Elis Regina Carvalho Costa morre de overdose de Cocaína.
de MPB da TV Record. Em 66 se apresenta por toda a Europa, acompanhada pelo Zimbo Trio, grava por lá com o gaitista Toots